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24 de jul de 2012

De onde vem o kung fu Chinês?

Ao que tudo indica muito antes do Kung Fu se instalar no Templo Shaolin, as técnicas marciais e o Kung Fu ja faziam parte da cultura chinesa. Tem-se atribuído ao templo de Honan o grande mérito de ser o conservador das técnicas marciais originárias da China antiga. Porém muitos historiadores que fazem estas afirmações são unanimes em concordar que no Templo de Honan se dava mais importância às praticas da Filosofia e da Meditação Ch´an introduzidas por Bodhidarma.
Enquanto que no Templo do Sul (Fukien) os monges deste templo estavam mais envolvidos nos treinamentos das Artes Marciais e nas disputas politicas que envolviam o povo chinês. Devido a falta de registros da época sobre o desenvolvimento do Kung Fu nos templos pouco pode-se afirmar de que realmente o seu desenvolvimento começou dentro do templos.

19 de jul de 2012

Vida de atleta..

Tenho acompanhado nestes dez anos de existência da AKWAG o perfil de várias pessoas que buscam o Kung Fu ou como Esporte ou como Arte Marcial e que vejo são várias sucumbirem pelo meio do caminho, realmente não é fácil a pratica desta arte, muitas pessoas talentosas tem passado pelas associações e o que vemos é elas começarem os treinos muitos estimuladas e a todo momento falando o quanto kung fu é importante para as suas vidas, mas poucas conseguem dar continuidade aos treinos por muito tempo. Os motivos da desistência são vários, enumeramos abaixo alguns:
  1. O dia a dia que é muito exigente quanto as questões de sobrevivência, trabalho, escola, família;
  2. Os treinamentos que são muito puxados;
  3. Pessoas que acham que o kung fu é uma arte em que sua única preocupação é desenvolver técnicas de lutas iguais as outras modalidades como Judô, Jujitsu, Karatê, Muay Thai;
  4. Pessoas que querem tudo para ontem e não entendem o verdadeiro significado da palavra, Tempo e Habilidade;
Para começar no kung fu a pessoa tem que entender que apesar de ter todas as técnicas de lutas de mãos vazias das modalidades acima, o kung fu tem mais uma que a pessoa tem que desenvolver que é uso de armas, para que uma pessoa possa se graduar como instrutor é necessário que ele saiba o manejo de pelo menos quatro armas que são o bastão, facão, lança e espada, o único estilo de kung fu que foge a esta regra é Wing Chun, onde o instrutor precisa saber somente duas armas, o Bastão Longo e Facão Borboleta, acoplado a essas necessidades do conhecimento das armas tem o forte trabalho em cima da Filosofia e História da Arte.

A verdade é que não é fácil, treinar nenhuma Arte Marcial ou Desportiva, pois esta necessidade esbarra principalmente na auto-educação do interessado. Para isso é necessário que o interessado se concentre nos pilares da Determinação, Persistência, Paciência e Força de Vontade, na verdade é atravez da Arte que aprendemos que para que possamos nos auto-educar o principal é entender que sem "Sofrimento não há Crescimento".

9 de jul de 2012

O Templo Shaolin

Ainda nos dias de hoje existe um templo budista na montanha de Soong Shan, na província de Honan que foi fundado no inicio da era cristã e cujos feitos relativos ao desenvolvimento e a preservação do kung fu o tornaram lendário. Logo após as escadarias de sua entrada principal ainda existe uma placa onde se pode ler em chines arcaico os seguintes ideogramas "Shao-Lin-Chi" que podem ser traduzidos por: "Templo da Jovem Floresta" ou "Monastério do Pequeno Bosque". A tradição oral tem prevalecido na cultura do povo chinês afirma que as Artes Marciais dura(Escolas Externas) "Wai Chia" se originaram nesse Templo. As Artes Marciais que ali foram praticadas acabaram por receber o nome de "Shaolin Chuan" (A Arte dos Punhos da Jovem Floresta) tornando-se a base sobre a qual seriam estabelecidos os mais de trezentos e sessenta estilos de kung fu que ainda existem em nossos dias. A origem do templo fundamenta-se em causas exclusivamente religiosas. O templo Shaolin era um monastério onde o povo chinês se refugiava em busca de paz e tranquilidade necessárias a realização de sua busca espiritual. O cidadão comum desse periodo da história da China tinha sua vida nas mãos do imperador que era um déspota, com direito absoluto sobre seus súditos. Devido as crendices da época, quando uma pessoa dedicava sua vida a busca espiritual, deixava de ser um cidadão do mundo e o imperador perdia os direitos sobre ela.